O Curecoin se descreve como um token de utilidade criptográfico dedicado a substituir a mineração ASIC por cálculos de dobramento de proteínas, ajudando os cientistas a encontrar novos medicamentos em vez de minerar hashes. O objetivo do Curecoin é acelerar a pesquisa nas ciências médicas relacionadas a câncer, Alzheimer, antibióticos, diabetes, Huntington, ebola, Zika, HIV, Parkinson, reaproveitamento de compostos de medicamentos e astrobiologia.
Com o lançamento da versão 2.0 em dezembro de 2018, o Curecoin afirma ter se tornado 90% mais eficiente em comparação com a mineração ASIC. Os participantes registrados do dobramento de proteínas continuam a receber distribuições do "oráculo automatizado" na Cryptobullionpools.com, com o saldo da pré-mineração armazenado em cache no armazenamento frio (visível nos exploradores de blocos). A rede fez a transição para o Proof-of-Stake puro (com média de aproximadamente 10% de recompensas anuais), que funciona para proteger a rede Curecoin.
O sistema Curecoin utiliza o software de pesquisa distribuída Folding@home de Stanford*. Desde 1º de maio de 2019, a equipe de dobragem do Curecoin está classificada em 1º lugar na rede mundial Folding@home. O desenvolvimento está focado em transações mais rápidas, maior segurança, colaboração com parceiros de consórcio de blockchain científicos (como a FoldingCoin), além de apoiar projetos filantrópicos por meio do patrocinador 501c3 do Projeto Curecoin (Vision's Made Viable).