BTS é uma criptomoeda que alimenta o BitShares. BitShares é um ledger distribuído e uma rede peer-to-peer que pode emitir moedas inteligentes com garantia e atreladas ao mercado, conhecidas como bitAssets. Por exemplo, ele pode emitir ativos baseados em cripto, denominados por “bitAsset”, que acompanham mercados do mundo real como o USD, como o bitUSD.
“Moedas lastreadas por ativos” é o termo usado para os tipos de criptoativos que podem fazer a reivindicação de que seu valor está ligado a ativos subjacentes (por exemplo, BTC). Como tais criptoativos podem diferir na forma como buscam manter a estabilidade, não é possível quantificar todos os riscos que podem estar associados ao investimento nesses ativos. No entanto, há alguns riscos que normalmente se aplicam a esses tipos de criptoativos. Risco do emissor: Questões relativas à transparência e à auditabilidade do emissor dos criptoativos e/ou dos ativos subjacentes, de modo que você pode não conseguir verificar adequadamente se o valor dos ativos do mundo real subjacentes corresponde ao seu preço esperado do criptoativo relevante. Quando os ativos do mundo real que sustentam tais criptoativos não valem o que o emissor reivindica, há o risco de que o valor desses criptoativos possa ficar abaixo do que você espera. Quando um tipo de criptoativo confere um direito de resgate sobre o emissor, isso pode não ser exercível por motivos que incluem, mas não se limitam a, o emissor se tornar insolvente, haver ativos insuficientes ou volatilidade de mercado. Risco algorítmico: Quando um criptoativo usa um algoritmo para manter a estabilidade, existe o risco de que o algoritmo possa se desviar do comportamento esperado ou falhar completamente, fazendo com que o criptoativo relevante “despareie” do seu valor/estabilidade esperados ou até mesmo perca totalmente seu valor.